Paulistão Sicredi gera PIB de R$ 7 bi por ano e mais de 30 mil empregos, diz estudo da EY
Competição impacta diretamente em todas as variáveis analisadas e regiões dos clubes participantes

Foto: Diego Soares
Por Agência Paulistão
Com 3 meses de duração, o Paulistão Sicredi movimenta R$ 7 bilhões na economia nacional e gera mais 32 mil empregos diretos e indiretos, revela estudo inédito realizado pela EY, uma das principais consultorias e auditorias do mundo.
O estudo levou em consideração a edição 2024 do maior Estadual do país e aponta que a competição impacta diretamente em todas as variáveis analisadas e regiões dos clubes participantes.
"O Paulistão Sicredi destaca-se como uma competição de grande relevância, não apenas no âmbito esportivo, mas também no econômico. Os dados fornecem uma compreensão de como o campeonato influencia desde a geração de empregos até a arrecadação de impostos para a economia local e nacional", diz Pedro Daniel, diretor executivo de Esporte e Entretenimento da EY.
Segundo a EY, somente para o Estado de São Paulo, o Paulistão gerou PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 6,39 bilhões, com R$ 3 bilhões em renda e 29.251 postos de trabalhos criados. O campeonato rendeu ao Estado paulista mais de R$ 1,9 bilhão em impostos.
Nacionalmente, o impacto foi de mais de R$ 7 bilhões no PIB e R$ 3,2 bilhões em renda, alcançando 32.485 mil novos postos de trabalho e mais de R$ 2.3 bilhões em impostos.
De acordo com a EY, o impacto do Paulistão Sicredi em termos de remuneração para as famílias (R$ 2,9 bilhões) é 12 vezes maior do que a massa de remuneração do setor de Artes, Cultura, Esporte e Recreação no Estado de São Paulo (R$ 251 milhões).
Este impacto, segundo o estudo, gera uma remuneração média mensal de R$ 8,4 mil por família, equivalente a mais de dez vezes o valor médio da cesta básica em São Paulo em 2024.