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Jovens da Etec de Itatiba criam alerta de sonolência para segurança no trânsito

Por Redação

Foto: Divulgação

Os estudantes da segunda série do Ensino Médio Integrado ao Técnico em Desenvolvimento de Sistemas ainda nem têm idade para dirigir, mas já se preocupam com o alto número de acidentes de trânsito em ruas e rodovias. Um problema tão grave, que é citado entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU).

“A ODS 3, relacionada à saúde e bem-estar fala especificamente em reduzir pela metade as mortes e os ferimentos globais por acidentes em estradas. Resolvemos entrar nessa campanha”, explica o professor de sistemas embarcados, Humberto Augusto Piovesana Zanetti.

Humberto é orientador do trabalho Alerta de Sonolência em Motoristas utilizando Visão Computacional e Robótica ao lado de Anderson Wilker Sanfins, professor de algoritmos e programação.  Os alunos Rafael Santiago da Silva, Heloísa Fernandes Cano e Matheus Eduardo da Silva representaram a Escola Técnica Estadual (Etec) Rosa Perrone Scavone, de Itatiba, na fase final da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada entre 24 e 28 de março, no campus Butantã, da Universidade de São Paulo (USP).

“Ficamos muito felizes e empolgados em participar de feiras de conhecimento e poder apresentar este projeto, que acreditamos tanto”, comentou Matheus, ao receber o terceiro lugar no Prêmio Jovem Cientista, durante a Febrace 2025.

Como funciona?

O modelo é composto por uma câmera acoplada em pequeno braço robótico, que acompanha os movimentos naturais da cabeça do motorista ao volante. Esse sistema está ligado a uma placa computacional, que roda um código capaz de identificar sinais de cansaço e sonolência, como piscadas mais longas, ou até uma cabeça caída para lateral. “Quando identifica sinais de sonolência, o sistema aciona alertas sonoros e luminosos com função de despertar o motorista”, explica.

O projeto foi desenvolvido com uso de visão computacional, sistema de programação em Phyton, e princípios de robótica presentes no Arduino. O próximo passo é a busca por placas computacionais menores que tornem o protótipo mais portátil.

“Nosso público-alvo são motoristas de longas distâncias, principalmente, os que dirigem muito em estradas, como caminhões e ônibus. Um equipamento que melhora os padrões de segurança certamente agrega valor à companhia que o tiver como diferencial”, diz, já prevendo o modelo de negócios com companhias de viação rodoviária.

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